"Se eu cair e o mundo não me levantar, eu não vou me revoltar
Vou apenas concluir que nunca estive em cima e só agora percebi
Se me virem com falsos olhos, não vou me chatear
Pois sei que eles estão sendo vistos com os mesmos olhares
Se minha dor ainda não brilhar é porque ela nunca doeu
Eu é quem nunca me adaptei a verdade
Se meu pensamento não chegou a uma conclusão
Eu ultrapassei a linha final
Se um sorriso der lugar a uma lágrima
Não se desanime, uma hora ela acaba
Porém, ela acaba junto com você
A nossa vida seria fácil se aceitarmos como é
Mas persistimos em adaptar às horas
Não merecemos o título de sapiens
Pois não sabemos nada
A infinitos anos o tempo foi criado
Até hoje ninguém soube explicar as conspirações universais
E quem sabe um dia o próprio tempo nos dirá sua verdadeira face."
Esse foi o primeiro poema "oficial" que escrevi. Faço versos e rimas desde que fui alfabetizado, mas foi com esse que eu comecei a catalogá-los e organizar minhas obras.

Bom a temática do poema é muito boa. Mas percebi certa confusão. Primeiro começou-se o poema em primeira pessoa, depois passou para segunda e gradativamente para a terceira, ficou certa mistura de personalidades no texto o que, por fim, o deixa impessoal.
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Como disse, foi um dos primeiros que escrevi, por isso essa confusão quanto ao enunciado. Preferi deixar assim, mesmo errado, para manter sua originalidade. Obrigado pelo comentário
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